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Paquecas de Cobre 1/4 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Grupo Smart Rio - Refrigeração e ClimatizaçãoProdutosPaquecas de Cobre 1/4 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Paquecas de Cobre 1/4 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Tubo de Cobre 1/4 em Bobina Flexível para execução de linhas frigorígenas em sistemas de refrigeração e climatização compatíveis. A apresentação em bobina permite desenvolver trechos contínuos de tubulação, desde que sejam respeitados o dimensionamento, os limites de curvatura, a limpeza interna e os procedimentos corretos de conexão, estanqueidade e evacuação.

Descrição

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O Tubo de Cobre 1/4 em Bobina Flexível é utilizado na execução de tubulações de sistemas de refrigeração e climatização quando o diâmetro nominal de 1/4″ estiver previsto no dimensionamento técnico da instalação.

Por ser fornecido em formato de bobina flexível, permite desenvolver trechos contínuos de tubulação e realizar mudanças graduais de direção durante a montagem. Essa característica pode reduzir a necessidade de conexões intermediárias em determinados percursos, desde que sejam respeitados os limites de curvatura e as boas práticas de instalação.

A medida de 1/4″ deve ser utilizada somente quando compatível com o equipamento e com o projeto frigorígeno.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

  • Produto: tubo de cobre;
  • Material informado: cobre;
  • Diâmetro nominal informado: 1/4″;
  • Apresentação: bobina;
  • Característica informada: flexível;
  • Indicado para composição de tubulações;
  • Aplicação em refrigeração e climatização quando tecnicamente compatível;
  • Permite execução de trechos contínuos;
  • Pode ser conformado durante a instalação dentro dos limites adequados do material.

INFORMAÇÕES NÃO CONFIRMADAS

A descrição fornecida não permite confirmar:

  • Marca;
  • Fabricante;
  • Comprimento da bobina;
  • Espessura de parede;
  • Peso;
  • Liga específica do cobre;
  • Grau de pureza;
  • Têmpera;
  • Norma de fabricação;
  • Pressão máxima de trabalho;
  • Temperatura máxima de trabalho;
  • Pressão de ruptura;
  • Certificações;
  • Condição interna de limpeza de fábrica;
  • Compatibilidade específica com cada fluido refrigerante.

Esses dados devem ser conferidos na embalagem, etiqueta ou documentação técnica quando forem relevantes ao projeto.

PARA QUE SERVE?

O tubo de cobre participa da formação do circuito frigorígeno, criando o caminho destinado à circulação do fluido refrigerante entre os componentes do sistema.

A função específica de uma tubulação de 1/4″ depende da configuração do equipamento.

O diâmetro, isoladamente, não permite determinar se o tubo será utilizado como linha de líquido, descarga, sucção ou em outra função específica.

O dimensionamento deve considerar:

  • Capacidade do equipamento;
  • Tipo de sistema;
  • Comprimento da linha;
  • Desnível entre componentes;
  • Características do refrigerante;
  • Perda de carga;
  • Velocidade do fluido;
  • Retorno de óleo;
  • Especificações do fabricante.

VANTAGENS DA APRESENTAÇÃO EM BOBINA

A bobina flexível permite executar trajetos contínuos e acompanhar o percurso da instalação.

Quando corretamente utilizada, pode contribuir para:

  • Menor quantidade de emendas;
  • Maior continuidade da tubulação;
  • Facilidade de condução em trajetos compatíveis;
  • Redução de alguns pontos de união.

Isso não significa que o tubo possa ser dobrado livremente.

Curvas excessivamente fechadas podem deformar a seção interna.

APLICAÇÕES

Quando especificado corretamente, pode integrar:

  • Sistemas de ar-condicionado;
  • Sistemas Split;
  • Sistemas de climatização;
  • Sistemas de refrigeração;
  • Linhas frigorígenas;
  • Instalações residenciais;
  • Instalações comerciais;
  • Instalações industriais;
  • Interligações frigorígenas;
  • Substituição de trechos de tubulação;
  • Montagens técnicas em cobre.

IMPORTÂNCIA DA MEDIDA 1/4″

O diâmetro da tubulação influencia diretamente o comportamento do circuito.

Uma medida inadequada pode interferir em:

  • Velocidade do refrigerante;
  • Perda de carga;
  • Pressões de operação;
  • Retorno de óleo;
  • Desempenho do equipamento.

A tubulação não deve ser escolhida apenas porque possui conexão fisicamente compatível.

A medida deve corresponder à especificação técnica do sistema.

CUIDADOS AO DESENROLAR A BOBINA

O tubo deve ser desenrolado gradualmente.

Evite:

  • Puxar a bobina bruscamente;
  • Torcer o tubo;
  • Criar dobras fechadas;
  • Amassar a tubulação;
  • Arrastar as extremidades pelo chão;
  • Dobrar repetidamente o mesmo ponto.

Tubos de menor diâmetro exigem atenção especial durante a conformação para evitar estrangulamentos.

EVITE AMASSAMENTOS E ESTRANGULAMENTOS

Uma curva mal executada pode reduzir a seção interna do tubo.

Isso pode criar:

  • Restrição ao fluxo;
  • Aumento da perda de carga;
  • Alteração das condições de operação;
  • Redução de desempenho.

Quando necessário, devem ser utilizadas ferramentas adequadas para curvamento.

CUIDADOS COM O CORTE

Ao preparar a tubulação:

  • Utilize cortador apropriado para tubos de cobre;
  • Faça o corte corretamente;
  • Evite esmagar a extremidade;
  • Remova rebarbas;
  • Preserve o formato circular;
  • Não deixe limalhas dentro do tubo.

LIMPEZA INTERNA

Tubulações frigorígenas devem permanecer internamente limpas.

Proteja as extremidades para evitar entrada de:

  • Poeira;
  • Umidade;
  • Água;
  • Limalhas;
  • Resíduos de obra;
  • Partículas metálicas;
  • Óleos ou produtos estranhos ao sistema.

Não deixe as extremidades abertas por períodos desnecessários.

CUIDADOS DURANTE A BRASAGEM

Quando houver união por brasagem:

  • Prepare adequadamente as superfícies;
  • Controle o aquecimento;
  • Evite superaquecimento;
  • Não deforme o tubo;
  • Não permita entrada de contaminantes;
  • Execute a união de maneira uniforme.

Quando previsto pelo procedimento técnico utilizado, a passagem controlada de nitrogênio seco durante a brasagem auxilia na redução da formação de óxidos no interior do tubo.

CUIDADOS COM FLANGEAMENTO

Quando a instalação utilizar conexão flangeada, o flange deve ser produzido corretamente.

Uma flange inadequada pode apresentar:

  • Trincas;
  • Deformação;
  • Superfície irregular;
  • Desalinhamento;
  • Vedação inadequada.

O aperto deve seguir a especificação técnica do equipamento e da conexão utilizada.

Não é possível determinar um torque específico apenas pela descrição do tubo.

NÃO PRESSURIZE O CIRCUITO COM OXIGÊNIO

Oxigênio não deve ser utilizado para pressurizar circuitos frigorígenos.

A presença de oxigênio pressurizado associada a óleos e outros materiais pode criar condições perigosas.

Devem ser utilizados os equipamentos, gases e procedimentos apropriados para refrigeração.

ISOLAMENTO TÉRMICO

Quando a função da linha exigir isolamento térmico, este deve possuir especificação adequada à aplicação.

Isolamento inadequado pode favorecer:

  • Condensação externa;
  • Gotejamento;
  • Troca térmica indesejada;
  • Redução da eficiência;
  • Deterioração dos materiais próximos.

FIXAÇÃO DA TUBULAÇÃO

A tubulação deve permanecer corretamente apoiada.

Evite:

  • Vibração excessiva;
  • Atrito com superfícies;
  • Contato com bordas cortantes;
  • Esmagamento por abraçadeiras;
  • Tubulação solta;
  • Tração sobre conexões;
  • Tensões mecânicas permanentes.

TESTE DE ESTANQUEIDADE

Depois de concluídas as conexões, o circuito deve ser submetido ao procedimento técnico adequado de teste de estanqueidade.

Devem ser verificados:

  • Brasagens;
  • Flanges;
  • Conexões;
  • Válvulas;
  • Emendas;
  • Pontos de serviço.

A inspeção visual não é suficiente para comprovar ausência de microvazamentos.

EVACUAÇÃO

Quando o circuito frigorígeno for aberto para montagem ou manutenção, o procedimento de evacuação deve ser executado corretamente antes da operação.

A evacuação auxilia na redução da presença de:

  • Ar;
  • Umidade;
  • Gases não condensáveis.

RISCOS DE UMA INSTALAÇÃO INCORRETA

Uma instalação inadequada pode provocar ou favorecer:

  • Vazamento de refrigerante;
  • Microvazamentos;
  • Amassamento do tubo;
  • Estrangulamento;
  • Restrição de fluxo;
  • Perda de carga excessiva;
  • Entrada de umidade;
  • Entrada de ar;
  • Contaminação interna;
  • Oxidação interna;
  • Flangeamento inadequado;
  • Vibração;
  • Ruídos;
  • Condensação externa;
  • Redução de desempenho;
  • Funcionamento irregular;
  • Necessidade de reabrir o circuito;
  • Retrabalho.

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