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Tubo de Cobre Rígido 7/8 x 1/32 x 7 m para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

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Tubo de Cobre Rígido 7/8 x 1/32 x 7 m para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Tubo de Cobre Rígido 7/8 x 1/32 x 7 m para composição de linhas frigorígenas em sistemas de refrigeração e climatização compatíveis. Fornecido em barra reta de 7 metros, permite executar trechos contínuos quando corretamente dimensionado. A instalação exige atenção ao corte, alinhamento, limpeza interna, brasagem, fixação, teste de estanqueidade e evacuação.

Descrição

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O Tubo de Cobre Rígido 7/8 x 1/32 x 7 m é destinado à execução de tubulações em sistemas de refrigeração e climatização quando suas dimensões estiverem de acordo com o projeto e com as especificações técnicas do equipamento.

O produto é fornecido em barra rígida com 7 metros de comprimento, característica adequada para instalações que necessitam de trechos retos, alinhamento controlado e montagem estruturalmente estável da linha frigorígena.

A medida nominal informada é 7/8″, acompanhada da referência dimensional 1/32″. Como não há embalagem ou ficha técnica disponível nesta mensagem, não é possível confirmar documentalmente se 1/32″ corresponde à espessura de parede, embora essa seja uma utilização comum dessa notação comercial em tubos de cobre.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

  • Produto: tubo de cobre;
  • Material informado: cobre;
  • Construção informada: rígida;
  • Diâmetro nominal informado: 7/8″;
  • Medida dimensional adicional: 1/32″;
  • Comprimento informado: 7 metros;
  • Apresentação: barra reta;
  • Destinado à composição de tubulações;
  • Aplicação em refrigeração e climatização quando tecnicamente compatível;
  • Adequado para desenvolvimento de trechos retos de linha.

PARA QUE SERVE?

O tubo de cobre rígido é utilizado para construir trechos de tubulações destinadas à circulação do fluido refrigerante entre os componentes de um sistema frigorígeno.

A função específica de uma linha de 7/8″ depende do equipamento e do dimensionamento adotado.

O diâmetro, isoladamente, não permite afirmar que o produto será obrigatoriamente utilizado como linha de sucção, descarga ou outra função.

O projeto deve considerar:

  • Capacidade do equipamento;
  • Tipo de sistema;
  • Comprimento da linha;
  • Desnível;
  • Características do fluido refrigerante;
  • Velocidade de circulação;
  • Perda de carga;
  • Retorno de óleo;
  • Condições operacionais;
  • Recomendações do fabricante.

DIFERENÇA ENTRE TUBO RÍGIDO E BOBINA FLEXÍVEL

Ao contrário de uma bobina flexível, o tubo rígido é fornecido em barra reta.

Isso significa que mudanças de direção normalmente precisam ser planejadas por meio de:

  • Traçado adequado;
  • Conexões compatíveis;
  • Curvas;
  • Joelhos ou outros componentes previstos no projeto;
  • Procedimentos de conformação somente quando tecnicamente autorizados.

Não é recomendável tentar dobrar uma barra rígida de forma improvisada.

Uma deformação inadequada pode provocar ovalização, amassamento ou redução da seção interna.

COMPRIMENTO DE 7 METROS

O comprimento informado de 7 m permite desenvolver trechos longos de tubulação com menor quantidade de emendas, dependendo da geometria da instalação.

Reduzir emendas pode reduzir o número de pontos potenciais de vazamento.

Entretanto, barras longas exigem atenção especial durante:

  • Transporte;
  • Armazenamento;
  • Movimentação;
  • Alinhamento;
  • Fixação;
  • Corte.

O tubo não deve ser apoiado de forma que provoque empenamento ou deformação.

IMPORTÂNCIA DA MEDIDA 7/8″

O diâmetro da tubulação interfere diretamente no comportamento do circuito frigorígeno.

Uma medida incorreta pode alterar:

  • Velocidade do refrigerante;
  • Perda de carga;
  • Pressões de operação;
  • Transporte de óleo;
  • Retorno de óleo;
  • Desempenho do equipamento.

Por isso, 7/8″ deve ser utilizado somente quando essa medida estiver especificada para a instalação.

SOBRE A MEDIDA 1/32″

A nomenclatura comercial fornecida inclui 1/32″.

Em tubos de cobre, esse tipo de referência pode estar associado à espessura da parede. Entretanto, sem documentação técnica ou etiqueta do produto, não é adequado afirmar isso como especificação de fábrica confirmada.

Antes da instalação, confirme:

  • O significado da medida 1/32″;
  • Compatibilidade dimensional;
  • Aplicação;
  • Especificação do equipamento;
  • Condições operacionais previstas.

APLICAÇÕES

Quando corretamente especificado, o tubo pode integrar:

  • Sistemas de ar-condicionado;
  • Sistemas de climatização;
  • Sistemas de refrigeração;
  • Linhas frigorígenas;
  • Instalações comerciais;
  • Instalações industriais;
  • Sistemas residenciais de maior porte quando aplicável;
  • Interligações frigorígenas;
  • Trechos retos de tubulação;
  • Montagens técnicas;
  • Substituição de linhas existentes.

A aplicação final depende do dimensionamento do sistema.

TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO

Uma barra de 7 metros deve ser movimentada cuidadosamente.

Evite:

  • Arrastar o tubo no piso;
  • Bater as extremidades;
  • Apoiar peso excessivo sobre a barra;
  • Empilhar de maneira que provoque deformação;
  • Deixar o tubo exposto a contaminantes;
  • Manter as extremidades abertas desnecessariamente.

O armazenamento deve preservar:

  • Retidão;
  • Integridade;
  • Limpeza;
  • Seção circular;
  • Extremidades.

CUIDADOS COM O CORTE

Durante a preparação:

  • Utilize ferramenta apropriada para cobre;
  • Faça corte perpendicular;
  • Evite deformar a extremidade;
  • Remova corretamente as rebarbas;
  • Preserve a seção circular;
  • Evite introduzir limalhas no tubo.

Uma extremidade mal preparada pode dificultar a conexão e comprometer a qualidade da união.

REBARBAÇÃO

A rebarba interna deve ser removida com cuidado.

Uma rebarba pode:

  • Reduzir localmente a passagem;
  • Criar turbulência;
  • Soltar partículas;
  • Prejudicar a preparação da conexão.

Ao remover a rebarba, evite empurrar resíduos para dentro da tubulação.

LIMPEZA INTERNA

O interior da linha frigorígena precisa permanecer protegido contra contaminação.

Evite entrada de:

  • Poeira;
  • Água;
  • Umidade;
  • Limalhas;
  • Resíduos metálicos;
  • Resíduos de construção;
  • Óleos estranhos ao sistema;
  • Outros contaminantes.

Mantenha as extremidades protegidas até o momento da instalação.

ALINHAMENTO

Como o tubo é rígido, o alinhamento correto é especialmente importante.

Não force a barra contra uma conexão para compensar erro de posicionamento.

Forçar o tubo pode criar:

  • Tensão mecânica;
  • Desalinhamento;
  • Esforço sobre conexões;
  • Esforço sobre brasagens;
  • Vibração;
  • Possibilidade de falha futura.

A tubulação deve chegar corretamente posicionada ao ponto de conexão.

CUIDADOS COM A BRASAGEM

Quando a instalação utilizar união por brasagem:

  • Prepare corretamente as superfícies;
  • Garanta encaixe adequado;
  • Controle o aquecimento;
  • Distribua o calor corretamente;
  • Evite superaquecimento;
  • Preserve a geometria do tubo;
  • Não introduza contaminantes;
  • Execute união uniforme.

Calor excessivo não melhora a conexão e pode aumentar a oxidação do cobre.

OXIDAÇÃO INTERNA

Durante o aquecimento do cobre em presença de oxigênio podem se formar óxidos no interior da tubulação.

Esses resíduos podem posteriormente se desprender e circular pelo circuito frigorígeno.

Quando previsto pelo procedimento técnico adotado, a passagem controlada de nitrogênio seco durante a brasagem auxilia na redução da formação desses óxidos.

CONEXÕES E MUDANÇAS DE DIREÇÃO

Como se trata de tubo rígido, alterações de direção devem ser previamente planejadas.

Quando necessárias, utilize componentes dimensionalmente compatíveis, como conexões de cobre apropriadas ao projeto.

Evite:

  • Dobras improvisadas;
  • Achatamentos;
  • Torções;
  • Soldagens desalinhadas;
  • Forçar conexões incompatíveis.

FIXAÇÃO DA TUBULAÇÃO

Uma barra longa precisa de suporte adequado ao longo do percurso.

A fixação deve evitar:

  • Flexão excessiva;
  • Vibração;
  • Movimento da linha;
  • Atrito;
  • Contato com bordas cortantes;
  • Esmagamento;
  • Tensões sobre conexões.

A quantidade e o espaçamento dos suportes dependem da instalação e não devem ser determinados apenas pelo comprimento da barra.

DILATAÇÃO E MOVIMENTAÇÃO

Tubulações metálicas sofrem variação dimensional com mudanças de temperatura.

Em trechos longos, o projeto deve evitar que a tubulação fique rigidamente confinada de forma a transferir esforços indevidos para:

  • Brasagens;
  • Conexões;
  • Equipamentos;
  • Suportes.

A instalação deve permitir o comportamento térmico previsto para o sistema.

ISOLAMENTO TÉRMICO

Quando a função da linha exigir isolamento térmico, o material e a espessura devem ser definidos de acordo com a aplicação.

Isolamento inadequado pode favorecer:

  • Condensação;
  • Gotejamento;
  • Troca térmica indesejada;
  • Perda de eficiência;
  • Deterioração de materiais adjacentes.

TESTE DE ESTANQUEIDADE

Depois da montagem, o circuito deve ser submetido ao procedimento técnico apropriado para verificação de estanqueidade.

Devem ser avaliados:

  • Brasagens;
  • Conexões;
  • Válvulas;
  • Emendas;
  • Pontos de serviço;
  • Transições;
  • Demais pontos de união.

A inspeção visual não comprova ausência de microvazamentos.

EVACUAÇÃO

Quando o circuito frigorígeno tiver sido aberto para instalação, devem ser executados os procedimentos adequados antes da operação.

A evacuação auxilia na redução da presença de:

  • Ar;
  • Umidade;
  • Gases não condensáveis.

NÃO UTILIZE OXIGÊNIO PARA PRESSURIZAÇÃO

Oxigênio não deve ser utilizado para pressurizar circuitos frigorígenos.

Os testes devem ser executados com gases, ferramentas e procedimentos apropriados à atividade e compatíveis com o sistema.

RISCOS DE UMA INSTALAÇÃO INCORRETA

Uma montagem inadequada pode provocar ou favorecer:

  • Vazamento de refrigerante;
  • Microvazamentos;
  • Deformação do tubo;
  • Ovalização;
  • Amassamento;
  • Restrição de passagem;
  • Perda de carga;
  • Entrada de ar;
  • Entrada de umidade;
  • Contaminação interna;
  • Oxidação;
  • Falha de brasagem;
  • Desalinhamento;
  • Vibração;
  • Ruídos;
  • Tensões mecânicas;
  • Problemas de retorno de óleo, quando aplicável;
  • Condensação externa, quando aplicável;
  • Redução de desempenho;
  • Funcionamento irregular;
  • Necessidade de reabrir o circuito;
  • Retrabalho.

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