Descrição
A Curva de Cobre 90° 1 1/4 x 1/32 é uma conexão utilizada para realizar mudanças de direção em tubulações de cobre empregadas em sistemas de climatização e refrigeração.
A peça apresenta curvatura de 90°, permitindo modificar o percurso da tubulação sem recorrer a deformações improvisadas do tubo no local da instalação.
Sua construção em formato curvo proporciona continuidade física entre os dois trechos conectados. As imagens mostram duas extremidades lisas e ausência de roscas, configuração compatível com conexões de cobre destinadas à união por encaixe e processo apropriado de soldagem ou brasagem.
Esse tipo de componente é utilizado quando a linha precisa mudar sua trajetória mantendo uma conexão adequada entre os trechos da tubulação.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CONFIRMADAS
- Produto: curva para tubulação;
- Material informado: cobre;
- Ângulo: 90°;
- Medida nominal identificada: 1 1/4″;
- Identificação da embalagem: C90° 1.1/4;
- Medida adicional informada na descrição: 1/32;
- Duas extremidades lisas;
- Ausência de rosca;
- Extremidades de diâmetro equivalente;
- Construção tubular curva;
- Aplicação relacionada a tubulações de climatização e refrigeração;
UTILIZAÇÃO E APLICAÇÕES
A Curva de Cobre 90° é utilizada quando a tubulação precisa mudar de direção aproximadamente em ângulo reto.
Pode ser empregada, quando dimensionalmente compatível e prevista para a instalação, em:
- Sistemas de climatização;
- Sistemas de refrigeração;
- Instalações de ar-condicionado;
- Linhas frigorígenas;
- Redes de tubulação de cobre;
- Interligações entre diferentes trechos da linha;
- Mudanças de direção em tubulações;
- Serviços de montagem;
- Serviços de manutenção;
- Substituição de conexões existentes.
A utilização da medida 1 1/4″ deve corresponder à dimensão prevista para a tubulação da instalação.
Em sistemas frigorígenos, o diâmetro da linha faz parte do dimensionamento do sistema e não deve ser alterado arbitrariamente.
FUNÇÃO DA CURVA DE 90°
A função principal da curva é permitir que a tubulação mude de direção sem necessidade de realizar uma dobra improvisada diretamente no tubo.
A peça é posicionada entre os dois trechos da tubulação, mantendo a continuidade da linha através de sua geometria curva.
Depois do correto encaixe e alinhamento, as extremidades são unidas utilizando processo adequado para conexões de cobre.
Em aplicações frigorígenas nas quais seja empregada brasagem, a execução adequada dessa união é fundamental para manter a estanqueidade do circuito.
CUIDADOS NA INSTALAÇÃO
Antes de realizar a montagem:
- Confirme a medida 1 1/4″;
- Verifique se a curva corresponde à dimensão da tubulação;
- Confirme se a mudança de 90° é adequada ao trajeto da instalação;
- Inspecione a conexão antes da utilização;
- Não utilize peças com trincas ou deformações que prejudiquem o encaixe;
- Prepare corretamente as extremidades dos tubos;
- Remova rebarbas quando necessário;
- Mantenha as superfícies de união limpas;
- Evite óleo, poeira, resíduos e outros contaminantes;
- Faça o encaixe sem forçar ou deformar a peça;
- Mantenha os tubos corretamente alinhados;
- Evite esforços mecânicos sobre a curva após a montagem;
- Utilize processo de soldagem ou brasagem adequado à aplicação;
- Controle corretamente o aquecimento;
- Proteja componentes próximos contra calor excessivo;
- Evite introduzir resíduos no interior da tubulação;
- Inspecione as uniões após o serviço;
- Realize a verificação de estanqueidade prevista para o sistema antes da operação.
CUIDADO COM A OXIDAÇÃO INTERNA
Durante procedimentos de brasagem em tubulações frigorígenas, o aquecimento do cobre pode favorecer a formação de óxidos internamente.
Devem ser adotadas as práticas técnicas apropriadas para limitar essa contaminação interna durante o processo.
Quando o procedimento técnico da instalação prever purga com nitrogênio seco durante a brasagem, ela auxilia na redução da formação de óxidos no interior da tubulação.
ATENÇÃO À INSTALAÇÃO INCORRETA
Uma montagem inadequada da curva pode provocar ou favorecer:
- Vazamento de fluido refrigerante;
- Perda de estanqueidade;
- Falhas nas uniões;
- Deformação da conexão;
- Deformação da tubulação;
- Restrição indevida da passagem interna;
- Desalinhamento da linha;
- Tensões mecânicas sobre a conexão;
- Entrada de umidade;
- Contaminação do circuito;
- Formação ou permanência de resíduos internos;
- Necessidade de desmontagem;
- Necessidade de refazer a conexão;
- Perda de desempenho;
- Problemas de funcionamento;
- Danos a componentes do sistema.
Em instalações pressurizadas, vazamentos também podem representar riscos durante testes, manutenção e operação.
CUIDADO COM O AQUECIMENTO
O cobre possui elevada condução térmica, portanto o calor aplicado durante a brasagem pode se propagar rapidamente pela conexão e pela tubulação.
Aquecimento excessivo ou inadequadamente direcionado pode:
- Prejudicar a qualidade da união;
- Favorecer oxidação excessiva;
- Danificar componentes próximos;
- Comprometer materiais sensíveis ao calor;
- Aumentar a necessidade de retrabalho.
A brasagem deve ser realizada utilizando procedimento, ferramentas e materiais adequados à aplicação.
CUIDADO COM O TRAJETO DA TUBULAÇÃO
Uma curva de 90° não deve ser utilizada apenas para fazer a tubulação “caber” no espaço disponível.
O percurso da linha deve considerar o projeto da instalação, o equipamento e as condições necessárias para funcionamento adequado do sistema.
Também devem ser evitados desalinhamentos que obriguem a conexão a suportar esforços mecânicos permanentes.






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