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Panquecas de Cobre 5/8 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Grupo Smart Rio - Refrigeração e ClimatizaçãoProdutosPanquecas de Cobre 5/8 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Panquecas de Cobre 5/8 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Tubo de Cobre 5/8 em Bobina Flexível para execução de linhas frigorígenas em sistemas de refrigeração e climatização compatíveis. A apresentação em bobina permite desenvolver trechos contínuos, desde que sejam respeitados o dimensionamento da tubulação, os limites de curvatura, a limpeza interna e os procedimentos adequados de conexão, estanqueidade e evacuação.

Descrição

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O Tubo de Cobre 5/8 em Bobina Flexível é utilizado na execução de tubulações em sistemas de refrigeração e climatização quando o diâmetro nominal de 5/8″ estiver previsto no dimensionamento técnico do equipamento ou da instalação.

A apresentação em bobina permite desenvolver trechos contínuos de tubulação e realizar mudanças graduais de direção ao longo do percurso. Em determinadas instalações, isso pode reduzir a quantidade de conexões intermediárias e, consequentemente, o número de pontos de união.

Por ser flexível, o tubo pode ser conformado durante a montagem, desde que sejam respeitados os limites físicos do material e evitados amassamentos, ovalizações ou estrangulamentos que reduzam sua seção interna.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

  • Produto: tubo de cobre;
  • Material informado: cobre;
  • Diâmetro nominal informado: 5/8″;
  • Apresentação: bobina;
  • Característica informada: flexível;
  • Utilização em tubulações;
  • Aplicação em refrigeração e climatização quando tecnicamente compatível;
  • Permite execução de trechos contínuos;
  • Pode ser conformado gradualmente durante a instalação.

PARA QUE SERVE?

O tubo de cobre participa da formação das linhas utilizadas para interligar componentes de sistemas de refrigeração e climatização.

A função específica de uma tubulação de 5/8″ depende da configuração do equipamento.

O diâmetro isoladamente não permite afirmar se a linha será utilizada como sucção, líquido, descarga ou em outra função específica.

O dimensionamento deve considerar:

  • Capacidade do equipamento;
  • Tipo de sistema;
  • Comprimento da linha;
  • Desnível entre componentes;
  • Características do fluido;
  • Velocidade de circulação;
  • Perda de carga;
  • Retorno de óleo;
  • Recomendações do fabricante.

IMPORTÂNCIA DA MEDIDA 5/8″

O diâmetro da tubulação interfere diretamente no comportamento hidráulico e frigorígeno da linha.

Uma dimensão incorreta pode alterar:

  • Velocidade de circulação;
  • Perda de carga;
  • Condições de pressão;
  • Retorno de óleo;
  • Desempenho do sistema.

Por isso, o tubo 5/8″ deve ser utilizado somente quando essa medida estiver prevista para a instalação.

VANTAGENS DA BOBINA FLEXÍVEL

A apresentação em bobina permite desenvolver trajetos contínuos.

Quando corretamente aplicada, pode proporcionar:

  • Menor quantidade de emendas;
  • Menor número de pontos de união;
  • Continuidade da tubulação;
  • Facilidade de condução em determinados trajetos;
  • Redução de algumas conexões intermediárias.

Menos uniões podem representar menos pontos potenciais de vazamento, mas todas as conexões existentes ainda precisam ser corretamente executadas e verificadas.

APLICAÇÕES

Quando tecnicamente especificado, pode integrar:

  • Sistemas de ar-condicionado;
  • Sistemas de climatização;
  • Sistemas de refrigeração;
  • Linhas frigorígenas;
  • Instalações residenciais;
  • Instalações comerciais;
  • Instalações industriais;
  • Interligações entre componentes frigorígenos;
  • Substituição de trechos de tubulação;
  • Montagens e manutenções técnicas.

CUIDADOS AO DESENROLAR A BOBINA

O desenrolamento deve ser realizado progressivamente.

Evite:

  • Puxar bruscamente;
  • Torcer a bobina;
  • Arrastar o tubo;
  • Dobrar repetidamente o mesmo ponto;
  • Criar curvas excessivamente fechadas;
  • Amassar a tubulação.

O objetivo é preservar a seção interna e a geometria do tubo.

CURVAS E CONFORMAÇÃO

Embora seja denominado flexível, o tubo possui limites de conformação.

Uma curva inadequada pode provocar:

  • Achatamento;
  • Ovalização;
  • Estrangulamento;
  • Redução da área interna;
  • Restrição de passagem;
  • Aumento da perda de carga.

Quando necessário, utilize ferramenta apropriada para curvamento compatível com a medida 5/8″.

CUIDADOS COM O CORTE

Para preparar a tubulação:

  • Utilize cortador apropriado para cobre;
  • Faça um corte uniforme;
  • Evite esmagar a extremidade;
  • Remova rebarbas;
  • Preserve a seção circular;
  • Não permita entrada de limalhas.

Uma extremidade deformada pode comprometer a conexão posterior.

LIMPEZA INTERNA

A tubulação frigorígena deve permanecer protegida contra contaminação.

Evite entrada de:

  • Poeira;
  • Água;
  • Umidade;
  • Limalhas;
  • Resíduos metálicos;
  • Resíduos de obra;
  • Óleos ou substâncias estranhas ao sistema.

As extremidades devem permanecer protegidas até o momento da montagem.

CUIDADOS COM FLANGEAMENTO

Quando a aplicação utilizar conexão flangeada:

  • Faça corte regular;
  • Remova corretamente as rebarbas;
  • Utilize ferramenta compatível com a medida;
  • Preserve a geometria da extremidade;
  • Evite trincas;
  • Evite flange assimétrica;
  • Faça o alinhamento antes do aperto.

Uma flange mal executada pode provocar perda de estanqueidade.

O torque adequado depende da conexão e da especificação técnica do equipamento, não podendo ser determinado apenas pelo diâmetro do tubo.

CUIDADOS DURANTE A BRASAGEM

Quando houver união por brasagem:

  • Prepare corretamente as superfícies;
  • Controle o aquecimento;
  • Evite superaquecimento;
  • Não deforme a tubulação;
  • Preserve a passagem interna;
  • Evite entrada de contaminantes;
  • Execute uma união uniforme.

Quando previsto pelo procedimento técnico adotado, a passagem controlada de nitrogênio seco durante a brasagem auxilia na redução da formação de óxidos no interior da tubulação.

OXIDAÇÃO INTERNA

O cobre aquecido em presença de oxigênio pode desenvolver óxidos na superfície interna.

Esses resíduos podem se desprender posteriormente e circular pelo circuito.

Por isso, a técnica de brasagem e a proteção interna da linha são aspectos importantes da instalação.

FIXAÇÃO DA TUBULAÇÃO

Depois de instalada, a linha deve permanecer adequadamente apoiada.

Evite:

  • Tubulação solta;
  • Vibração excessiva;
  • Atrito contínuo;
  • Contato com bordas cortantes;
  • Esmagamento por suportes;
  • Tração sobre conexões;
  • Tensões mecânicas permanentes.

ISOLAMENTO TÉRMICO

Quando a função da linha exigir isolamento térmico, este deve ser dimensionado conforme a aplicação.

Um isolamento inadequado pode favorecer:

  • Condensação externa;
  • Gotejamento;
  • Troca térmica indesejada;
  • Redução de eficiência;
  • Deterioração de materiais próximos.

A espessura do isolamento não deve ser definida apenas pelo diâmetro do tubo.

TESTE DE ESTANQUEIDADE

Depois de concluída a montagem, o circuito deve ser submetido ao procedimento técnico apropriado de verificação de estanqueidade.

Devem ser avaliadas:

  • Brasagens;
  • Flanges;
  • Válvulas;
  • Emendas;
  • Pontos de serviço;
  • Outras conexões existentes.

A inspeção visual não é suficiente para comprovar ausência de microvazamentos.

EVACUAÇÃO

Quando o circuito frigorígeno tiver sido aberto durante instalação ou manutenção, deve ser realizado o procedimento adequado de evacuação antes da operação.

A evacuação auxilia na redução da presença de:

  • Ar;
  • Umidade;
  • Gases não condensáveis.

NÃO UTILIZE OXIGÊNIO PARA PRESSURIZAÇÃO

Oxigênio não deve ser utilizado para pressurizar circuitos frigorígenos.

Testes e pressurização devem ser realizados utilizando os gases, equipamentos e procedimentos tecnicamente apropriados para refrigeração e para o sistema em questão.

RISCOS DE UMA INSTALAÇÃO INCORRETA

Uma instalação inadequada pode provocar ou favorecer:

  • Vazamento de refrigerante;
  • Microvazamentos;
  • Amassamento da tubulação;
  • Ovalização;
  • Estrangulamento;
  • Restrição de passagem;
  • Perda de carga excessiva;
  • Entrada de umidade;
  • Entrada de ar;
  • Contaminação interna;
  • Oxidação;
  • Falhas de brasagem;
  • Falhas em flanges;
  • Vibração;
  • Ruídos;
  • Condensação;
  • Retorno inadequado de óleo, quando aplicável;
  • Redução de desempenho;
  • Funcionamento irregular;
  • Necessidade de reabrir o circuito;
  • Retrabalho.

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