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Panquecas de Cobre 3/8 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Grupo Smart Rio - Refrigeração e ClimatizaçãoProdutosPanquecas de Cobre 3/8 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Panquecas de Cobre 3/8 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Tubo de Cobre 3/8 em Bobina Flexível para execução de linhas frigorígenas em sistemas de refrigeração e climatização compatíveis. A apresentação em bobina permite desenvolver trechos contínuos de tubulação, desde que sejam respeitados o dimensionamento, os limites de curvatura, a limpeza interna e os procedimentos corretos de conexão, estanqueidade e evacuação.

Descrição

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O Tubo de Cobre 3/8 em Bobina Flexível é utilizado na execução de tubulações de sistemas de refrigeração e climatização quando o diâmetro nominal de 3/8″ estiver previsto no dimensionamento técnico da instalação.

Sua apresentação em bobina permite desenvolver trechos contínuos de tubulação e realizar mudanças graduais de direção durante a montagem, podendo reduzir a quantidade de conexões intermediárias em determinados percursos.

Por ser flexível, o tubo pode ser conformado durante a instalação, mas deve ser manuseado de maneira adequada para evitar amassamentos, ovalização e estrangulamentos que reduzam sua seção interna.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

  • Produto: tubo de cobre;
  • Material informado: cobre;
  • Diâmetro nominal informado: 3/8″;
  • Apresentação: bobina;
  • Característica informada: flexível;
  • Destinado à execução de tubulações;
  • Aplicação em refrigeração e climatização quando tecnicamente compatível;
  • Permite desenvolvimento de trechos contínuos;
  • Pode ser conformado gradualmente durante a instalação.

PARA QUE SERVE?

O tubo de cobre participa da formação do circuito frigorígeno, criando o caminho necessário para circulação do fluido entre os componentes do sistema.

A função específica de uma tubulação de 3/8″ depende do projeto.

O diâmetro, isoladamente, não permite determinar com segurança se o tubo será utilizado como linha de líquido, sucção, descarga ou outra função específica.

O dimensionamento deve considerar fatores como:

  • Capacidade do equipamento;
  • Tipo de sistema;
  • Comprimento da tubulação;
  • Desnível entre componentes;
  • Características do refrigerante;
  • Velocidade do fluido;
  • Perda de carga;
  • Retorno de óleo;
  • Recomendações do fabricante.

VANTAGENS DA BOBINA FLEXÍVEL

O fornecimento em bobina permite executar trajetos contínuos.

Quando corretamente instalado, isso pode proporcionar:

  • Menor quantidade de emendas;
  • Menor número de pontos de união;
  • Continuidade da linha;
  • Facilidade de condução por determinados percursos;
  • Redução de algumas conexões intermediárias.

Entretanto, flexibilidade não significa que o tubo possa ser dobrado livremente.

IMPORTÂNCIA DA MEDIDA 3/8″

O diâmetro da tubulação influencia diretamente as condições de operação do circuito.

Uma tubulação inadequadamente dimensionada pode interferir em:

  • Velocidade do refrigerante;
  • Perda de carga;
  • Pressões de operação;
  • Retorno de óleo;
  • Desempenho do equipamento.

Por isso, a medida 3/8″ deve seguir a especificação técnica do sistema.

APLICAÇÕES

Quando corretamente dimensionado, pode ser utilizado em:

  • Sistemas de ar-condicionado;
  • Sistemas Split;
  • Sistemas de climatização;
  • Sistemas de refrigeração;
  • Linhas frigorígenas;
  • Instalações residenciais;
  • Instalações comerciais;
  • Instalações industriais;
  • Interligações entre componentes;
  • Substituição de trechos de tubulação;
  • Manutenções e montagens técnicas.

CUIDADOS AO DESENROLAR A BOBINA

O desenrolamento deve ser progressivo.

Evite:

  • Puxar bruscamente;
  • Torcer o tubo;
  • Dobrar repetidamente o mesmo ponto;
  • Criar curvas excessivamente fechadas;
  • Arrastar a extremidade pelo chão;
  • Amassar a tubulação.

O tubo deve conservar sua seção circular ao longo de todo o percurso.

EVITE OVALIZAÇÃO E ESTRANGULAMENTO

Uma curva mal executada pode achatar parcialmente o tubo.

Isso pode provocar:

  • Redução da área interna;
  • Restrição de passagem;
  • Aumento da perda de carga;
  • Alteração das condições de operação;
  • Redução de desempenho.

Quando necessário, utilize ferramenta apropriada para curvamento.

CUIDADOS COM O CORTE

Para preparar corretamente a extremidade:

  • Utilize cortador apropriado para cobre;
  • Faça corte uniforme;
  • Evite esmagamento;
  • Remova rebarbas;
  • Preserve o formato circular;
  • Não permita entrada de limalhas.

A preparação inadequada pode prejudicar conexões posteriores.

CUIDADOS COM FLANGEAMENTO

Quando o sistema utilizar conexão flangeada:

  • Faça o corte corretamente;
  • Remova rebarbas;
  • Posicione os componentes necessários antes da flange;
  • Utilize ferramenta apropriada;
  • Evite flange trincada;
  • Evite deformações;
  • Confirme o alinhamento antes do aperto.

Uma flange mal executada pode se transformar em ponto de vazamento.

O torque correto depende da conexão e da especificação do equipamento e não pode ser determinado apenas pela medida do tubo.

LIMPEZA INTERNA

A tubulação frigorígena deve permanecer limpa internamente.

Proteja as extremidades contra entrada de:

  • Poeira;
  • Água;
  • Umidade;
  • Limalhas;
  • Partículas metálicas;
  • Resíduos de obra;
  • Óleos ou produtos estranhos ao circuito.

Não deixe o tubo aberto desnecessariamente durante a instalação.

CUIDADOS DURANTE A BRASAGEM

Quando houver união por brasagem:

  • Prepare corretamente as superfícies;
  • Controle o aquecimento;
  • Evite superaquecimento;
  • Não deforme o tubo;
  • Preserve sua passagem interna;
  • Evite introdução de resíduos;
  • Execute uma união uniforme.

Quando previsto pelo procedimento técnico utilizado, a passagem controlada de nitrogênio seco durante a brasagem auxilia a reduzir a formação de óxidos no interior da tubulação.

OXIDAÇÃO INTERNA

Quando o cobre é aquecido em contato com oxigênio, podem se formar óxidos em sua superfície interna.

Esses resíduos podem posteriormente se desprender e circular pelo circuito frigorígeno.

A limpeza e o procedimento correto de brasagem são fundamentais para reduzir contaminações.

ISOLAMENTO TÉRMICO

Quando a função da linha exigir isolamento térmico, o material e a espessura devem ser compatíveis com a aplicação.

Isolamento inadequado pode favorecer:

  • Condensação;
  • Gotejamento;
  • Troca térmica indesejada;
  • Perda de eficiência;
  • Deterioração de materiais próximos.

FIXAÇÃO DA TUBULAÇÃO

A linha deve permanecer corretamente apoiada.

Evite:

  • Vibração excessiva;
  • Tubulação solta;
  • Atrito contínuo;
  • Contato com bordas cortantes;
  • Esmagamento por abraçadeiras;
  • Tração sobre conexões;
  • Tensões mecânicas permanentes.

TESTE DE ESTANQUEIDADE

Depois de concluídas as conexões, o circuito deve ser submetido ao procedimento técnico apropriado de teste de estanqueidade.

Devem ser verificadas:

  • Brasagens;
  • Flanges;
  • Válvulas;
  • Emendas;
  • Pontos de serviço;
  • Demais regiões de conexão.

A inspeção visual não substitui a verificação técnica de possíveis microvazamentos.

EVACUAÇÃO

Quando o circuito frigorígeno tiver sido aberto, o procedimento de evacuação aplicável deve ser realizado antes da operação.

A evacuação auxilia na redução da presença de:

  • Ar;
  • Umidade;
  • Gases não condensáveis.

NÃO UTILIZE OXIGÊNIO PARA PRESSURIZAÇÃO

Oxigênio não deve ser utilizado para pressurizar circuitos frigorígenos.

A pressurização e os testes devem utilizar gases, ferramentas e procedimentos adequados à atividade de refrigeração.

RISCOS DE UMA INSTALAÇÃO INCORRETA

Uma instalação inadequada pode provocar ou favorecer:

  • Vazamento de refrigerante;
  • Microvazamentos;
  • Tubulação amassada;
  • Ovalização;
  • Estrangulamento;
  • Restrição de fluxo;
  • Perda de carga;
  • Entrada de umidade;
  • Entrada de ar;
  • Contaminação interna;
  • Oxidação;
  • Falhas em brasagens;
  • Falhas em flanges;
  • Vibração;
  • Ruídos;
  • Condensação;
  • Retorno inadequado de óleo, quando aplicável;
  • Redução de desempenho;
  • Funcionamento irregular;
  • Necessidade de reabrir o circuito;
  • Retrabalho.

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