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Panquecas de Cobre 3/16 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Grupo Smart Rio - Refrigeração e ClimatizaçãoProdutosPanquecas de Cobre 3/16 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Panquecas de Cobre 3/16 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Tubo de Cobre 3/16 em Bobina Flexível para execução de tubulações em sistemas de refrigeração e climatização compatíveis. O formato em bobina permite desenvolver trechos contínuos, exigindo cuidados especiais com curvamento, corte, limpeza interna e preservação da passagem devido ao pequeno diâmetro nominal. A aplicação deve seguir o dimensionamento técnico do equipamento.

Descrição

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O Tubo de Cobre 3/16 em Bobina Flexível é destinado à execução de tubulações em sistemas de refrigeração e climatização quando a medida nominal de 3/16″ estiver prevista no dimensionamento técnico da instalação ou do equipamento.

Sua apresentação em bobina flexível permite desenvolver trechos contínuos e realizar mudanças graduais de direção durante a montagem, reduzindo a necessidade de conexões intermediárias em determinados percursos.

Por possuir pequeno diâmetro nominal, exige atenção especial durante manuseio, corte e curvamento para evitar amassamentos, ovalização ou estrangulamentos que possam reduzir sua passagem interna.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

  • Produto: tubo de cobre;
  • Material informado: cobre;
  • Diâmetro nominal informado: 3/16″;
  • Apresentação: bobina;
  • Característica informada: flexível;
  • Utilização em tubulações;
  • Aplicação em refrigeração e climatização quando tecnicamente compatível;
  • Permite execução de trechos contínuos;
  • Pode ser conformado durante a instalação dentro dos limites adequados do material.

PARA QUE SERVE?

O tubo de cobre pode participar da formação de circuitos e tubulações utilizados em refrigeração e climatização.

A função exata de uma tubulação de 3/16″ não deve ser definida apenas pela medida.

O dimensionamento e a aplicação precisam considerar:

  • Tipo de equipamento;
  • Função da linha;
  • Comprimento;
  • Condições de operação;
  • Características do fluido;
  • Perda de carga;
  • Velocidade de circulação;
  • Especificações do fabricante.

A medida deve ser utilizada somente quando tecnicamente prevista.

VANTAGENS DA BOBINA FLEXÍVEL

O formato em bobina permite desenvolver trajetos contínuos.

Quando corretamente aplicado, pode contribuir para:

  • Menor quantidade de emendas;
  • Continuidade da tubulação;
  • Facilidade de condução em trajetos compatíveis;
  • Menor quantidade de pontos de união.

Entretanto, flexibilidade não significa que o tubo possa ser dobrado sem controle.

ATENÇÃO ESPECIAL AO DIÂMETRO 3/16″

Tubos de menor diâmetro podem sofrer deformação com maior facilidade durante o manuseio.

Uma dobra inadequada pode provocar:

  • Achatamento;
  • Ovalização;
  • Estrangulamento;
  • Redução da passagem interna;
  • Restrição de fluxo.

Por isso, a conformação deve ser realizada cuidadosamente e com ferramenta apropriada quando necessária.

APLICAÇÕES

Quando tecnicamente especificado, pode ser utilizado em:

  • Sistemas de refrigeração;
  • Sistemas de climatização;
  • Tubulações técnicas;
  • Equipamentos frigorígenos compatíveis;
  • Linhas e circuitos dimensionados para 3/16″;
  • Montagens;
  • Manutenções;
  • Substituição de trechos de tubulação.

A aplicação final deve ser determinada pelo projeto ou pela especificação do equipamento.

CUIDADOS AO DESENROLAR A BOBINA

Desenrole o tubo progressivamente.

Evite:

  • Puxar bruscamente;
  • Torcer a bobina;
  • Dobrar repetidamente o mesmo ponto;
  • Criar curvas muito fechadas;
  • Amassar o tubo;
  • Arrastar as extremidades pelo piso.

O manuseio inadequado pode deformar permanentemente a seção interna.

CUIDADOS COM O CORTE

Durante a preparação:

  • Utilize ferramenta apropriada para cobre;
  • Faça corte regular;
  • Evite esmagar a extremidade;
  • Remova rebarbas;
  • Preserve o formato circular;
  • Não permita entrada de limalhas no interior.

Em tubos de pequeno diâmetro, uma rebarba ou deformação pode representar uma parcela significativa da passagem interna.

LIMPEZA INTERNA

A tubulação deve permanecer limpa durante armazenamento e instalação.

Evite entrada de:

  • Poeira;
  • Água;
  • Umidade;
  • Limalhas;
  • Resíduos de obra;
  • Partículas metálicas;
  • Óleos ou contaminantes estranhos ao sistema.

Mantenha as extremidades protegidas até o momento da montagem.

CUIDADOS DURANTE A BRASAGEM

Quando a instalação utilizar brasagem:

  • Prepare corretamente as superfícies;
  • Controle o aquecimento;
  • Evite superaquecimento;
  • Não deforme a tubulação;
  • Preserve a passagem interna;
  • Evite introdução de resíduos;
  • Execute uma união uniforme.

Quando previsto pelo procedimento técnico utilizado, a passagem controlada de nitrogênio seco durante a brasagem auxilia na redução da formação de óxidos no interior do tubo.

CUIDADO COM O SUPERAQUECIMENTO

Por possuir pequena seção, o tubo pode aquecer rapidamente.

Aplicação excessiva de calor pode:

  • Oxidar excessivamente o cobre;
  • Deformar a extremidade;
  • Prejudicar a união;
  • Alterar a passagem interna;
  • Exigir retrabalho.

A técnica de brasagem deve ser adequada à dimensão do componente.

FIXAÇÃO DA TUBULAÇÃO

A linha deve permanecer corretamente apoiada.

Evite:

  • Vibração excessiva;
  • Contato com cantos cortantes;
  • Esmagamento por abraçadeiras;
  • Tubulação solta;
  • Atrito contínuo;
  • Tração sobre conexões;
  • Tensões mecânicas permanentes.

TESTE DE ESTANQUEIDADE

Depois das conexões, o circuito deve ser submetido ao procedimento técnico apropriado de verificação de estanqueidade.

Devem ser inspecionados:

  • Brasagens;
  • Conexões;
  • Emendas;
  • Válvulas;
  • Pontos de serviço;
  • Outras regiões de união.

Uma conexão visualmente correta ainda pode apresentar microvazamentos.

EVACUAÇÃO

Quando o circuito frigorígeno for aberto para montagem ou manutenção, deve ser executado o procedimento de evacuação aplicável antes da operação.

Esse procedimento auxilia na redução da presença de:

  • Ar;
  • Umidade;
  • Gases não condensáveis.

NÃO PRESSURIZE COM OXIGÊNIO

Oxigênio não deve ser utilizado para pressurizar circuitos frigorígenos.

Devem ser utilizados gases, ferramentas e procedimentos adequados à atividade de refrigeração e às especificações do sistema.

RISCOS DE UMA INSTALAÇÃO INCORRETA

Uma instalação inadequada pode provocar ou favorecer:

  • Vazamentos;
  • Microvazamentos;
  • Achatamento do tubo;
  • Ovalização;
  • Estrangulamento;
  • Restrição de passagem;
  • Perda de carga;
  • Entrada de umidade;
  • Entrada de ar;
  • Contaminação interna;
  • Oxidação;
  • Falhas em brasagens;
  • Vibrações;
  • Ruídos;
  • Funcionamento irregular;
  • Perda de desempenho;
  • Necessidade de desmontagem;
  • Retrabalho.

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