• Seg. - Sex. das: 9 às 18h / Sáb. até as 13h

Panqueca de Cobre 1/2 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Grupo Smart Rio - Refrigeração e ClimatizaçãoProdutosPanqueca de Cobre 1/2 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Panqueca de Cobre 1/2 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio

Tubo de Cobre 1/2 em Bobina Flexível para execução de linhas frigorígenas em sistemas de refrigeração e climatização compatíveis. A apresentação em bobina permite desenvolver trechos contínuos de tubulação, desde que sejam respeitados o dimensionamento da linha, o raio de curvatura, a limpeza interna, a instalação correta e os procedimentos de estanqueidade e evacuação.

Descrição

Contato via WhatsApp Smar Rio

O Tubo de Cobre 1/2 em Bobina Flexível é utilizado na execução de tubulações de sistemas de refrigeração e climatização, permitindo interligar componentes do circuito frigorígeno quando o diâmetro de 1/2″ estiver previsto no dimensionamento da instalação.

Por ser fornecido em formato de bobina flexível, pode ser conduzido e conformado ao longo do percurso da instalação, reduzindo a necessidade de conexões intermediárias em determinados trajetos. Essa característica pode contribuir para uma instalação mais contínua, desde que sejam respeitados o raio de curvatura, o alinhamento da linha e os limites físicos do tubo.

O diâmetro nominal de 1/2″ deve ser utilizado somente quando compatível com o equipamento, o projeto frigorígeno e as recomendações do fabricante.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

  • Produto: tubo de cobre;
  • Diâmetro nominal informado: 1/2″;
  • Apresentação: bobina;
  • Característica informada: flexível;
  • Material informado: cobre;
  • Utilização em tubulações;
  • Aplicação em refrigeração e climatização quando dimensionalmente compatível;
  • Permite execução de trechos contínuos de tubulação;
  • Pode ser conformado durante a instalação dentro dos limites adequados do material.

PARA QUE SERVE?

O tubo de cobre é utilizado para conduzir o fluido refrigerante entre diferentes componentes de um sistema frigorígeno.

Dependendo do projeto, uma tubulação de 1/2″ pode integrar diferentes partes do circuito. A função específica da linha não deve ser definida apenas pelo diâmetro.

O dimensionamento deve considerar fatores como:

  • Capacidade do equipamento;
  • Tipo de sistema;
  • Comprimento da tubulação;
  • Desnível entre unidades;
  • Características do refrigerante;
  • Perda de carga;
  • Velocidade do fluido;
  • Retorno de óleo;
  • Especificação do fabricante.

VANTAGEM DA BOBINA FLEXÍVEL

Uma bobina permite executar percursos mais longos com menos interrupções.

Quando corretamente instalada, essa configuração pode reduzir a quantidade de uniões necessárias em determinados trajetos.

Menos uniões podem significar menos pontos potenciais de vazamento, mas isso não elimina a necessidade de instalação tecnicamente correta.

O tubo não deve ser forçado além de sua capacidade de conformação.

APLICAÇÕES

Quando tecnicamente especificado, pode ser utilizado em:

  • Sistemas de ar-condicionado;
  • Sistemas Split;
  • Sistemas de climatização;
  • Sistemas de refrigeração;
  • Linhas frigorígenas;
  • Instalações residenciais;
  • Instalações comerciais;
  • Instalações industriais;
  • Interligações entre componentes frigorígenos;
  • Ampliação ou substituição de tubulações existentes.

A aplicação efetiva depende do dimensionamento do sistema.

IMPORTÂNCIA DA MEDIDA 1/2″

O diâmetro da tubulação interfere diretamente no comportamento do circuito.

Uma tubulação subdimensionada ou superdimensionada pode alterar:

  • Velocidade do refrigerante;
  • Perda de carga;
  • Retorno de óleo;
  • Capacidade frigorífica;
  • Condições de operação do sistema.

Por isso, a medida 1/2″ não deve ser escolhida apenas porque encaixa fisicamente no equipamento.

É necessário confirmar a especificação técnica.

CUIDADOS AO DESENROLAR A BOBINA

O tubo deve ser desenrolado progressivamente.

Evite:

  • Puxar bruscamente;
  • Torcer a bobina;
  • Amassar o tubo;
  • Criar vincos;
  • Fazer curvas excessivamente fechadas;
  • Arrastar as extremidades pelo chão.

Uma dobra severa pode reduzir a área interna de passagem do tubo.

EVITE ESTRANGULAMENTOS

Uma curva mal executada pode provocar achatamento ou estrangulamento da tubulação.

Isso pode resultar em:

  • Restrição de fluxo;
  • Aumento de perda de carga;
  • Alteração das pressões;
  • Redução de desempenho;
  • Funcionamento irregular.

Quando necessário, utilize ferramenta de curvamento apropriada.

CUIDADOS COM O CORTE

Para preparar o tubo:

  • Utilize ferramenta adequada para cobre;
  • Faça um corte perpendicular;
  • Evite esmagar a extremidade;
  • Remova rebarbas corretamente;
  • Não permita que limalhas entrem no circuito.

Evite cortes improvisados que possam deformar o tubo.

LIMPEZA INTERNA

O circuito frigorígeno exige elevado nível de limpeza interna.

Mantenha as extremidades protegidas durante armazenamento e instalação.

Evite a entrada de:

  • Poeira;
  • Umidade;
  • Água;
  • Limalhas;
  • Óleo contaminante;
  • Resíduos de obra;
  • Partículas metálicas.

Nunca deixe a tubulação aberta desnecessariamente.

CUIDADOS DURANTE A BRASAGEM

Quando houver união por brasagem:

  • Prepare corretamente as superfícies;
  • Controle a aplicação de calor;
  • Evite superaquecimento;
  • Não deforme o tubo;
  • Evite contaminação interna;
  • Execute uma união uniforme.

Quando previsto pelo procedimento técnico empregado, a passagem controlada de nitrogênio seco durante a brasagem auxilia a reduzir a formação de óxidos dentro da tubulação.

NÃO USE OXIGÊNIO PARA PRESSURIZAR O CIRCUITO

Circuitos frigorígenos não devem ser pressurizados com oxigênio.

A presença de oxigênio sob pressão em contato com óleo e outros materiais pode criar condição perigosa.

Os procedimentos de pressurização e teste devem utilizar o gás e os equipamentos adequados definidos para refrigeração.

ISOLAMENTO TÉRMICO

Quando a linha exigir isolamento térmico, este deve ser corretamente dimensionado e aplicado.

Isolamento inadequado pode favorecer:

  • Condensação externa;
  • Gotejamento;
  • Ganho ou perda térmica;
  • Redução da eficiência;
  • Deterioração da instalação.

O tipo e a espessura do isolamento dependem da aplicação.

FIXAÇÃO DA TUBULAÇÃO

A linha deve permanecer corretamente apoiada.

Evite:

  • Tubulação solta;
  • Vibração excessiva;
  • Contato direto com superfícies cortantes;
  • Esmagamento por abraçadeiras;
  • Tração sobre conexões;
  • Apoios muito espaçados.

A fixação deve permitir estabilidade sem deformar o cobre.

TESTE DE ESTANQUEIDADE

Depois de concluídas as conexões, o circuito deve ser submetido ao procedimento técnico apropriado de teste de estanqueidade.

Devem ser verificados:

  • Brasagens;
  • Flanges, quando existentes;
  • Válvulas;
  • Conexões;
  • Emendas;
  • Pontos de serviço.

Uma instalação visualmente correta ainda pode possuir microvazamentos.

EVACUAÇÃO DO CIRCUITO

Após a abertura e montagem do circuito, deve ser executado o procedimento adequado de evacuação antes da liberação do sistema.

Essa etapa auxilia na remoção de:

  • Ar;
  • Umidade;
  • Gases não condensáveis.

A evacuação inadequada pode comprometer o funcionamento e a confiabilidade do sistema.

RISCOS DE UMA INSTALAÇÃO INCORRETA

Uma instalação inadequada pode provocar ou favorecer:

  • Vazamento de refrigerante;
  • Microvazamentos;
  • Tubulação amassada;
  • Estrangulamento;
  • Restrição de fluxo;
  • Perda de carga excessiva;
  • Contaminação interna;
  • Entrada de umidade;
  • Entrada de ar;
  • Oxidação interna;
  • Retorno inadequado de óleo;
  • Vibração;
  • Ruídos;
  • Condensação externa;
  • Redução da capacidade do sistema;
  • Funcionamento irregular;
  • Danos a componentes;
  • Necessidade de reabrir o circuito;
  • Retrabalho.

Avaliações

Não há avaliações ainda.

Seja o primeiro a avaliar “Panqueca de Cobre 1/2 em Bobina Flexível para Refrigeração e Climatização | Grupo Smart Rio”

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *